Caminho estreito...

Caminho Largo.



Que as luzes apaguem, a miséria reluz, e tristeza é ser humano em deprimência, fantasia é imoral, a realidade constrange com seu esgotamento, o físico é contra o corpo, e o luto é início da luta, estrelas explodem aos sacríficios.
escrever essa mistura que condena ser atmosfera e ar falta os delínios de uma inconsciência quase muda. que não sabe o que fala. e fala sem reparar por que fala, diz ele mesmo que o mais natural repente é a ideologia, pois; se prestasse não atenção, segue o refrão. confiarias o que ao "maloteiro"?


a altura daquela manhã não enquanto supunha que teremos a expressão bom dia, é o mal que vós acorda. é o imprometido que causa erros. esfera os gráficos e digiturniais. quem vai ser a planaltina desse inferno e não apoteose de ciência, só acompanho o valor moral quando deixarmos de ser moralista, irreflectido e acetinado, zé bonança da música, filho de clãs machucados, é o vara-noite das enfiadas mau-dadas, "as mulheres raízes", plantadas esperam, suspiram e calam.
o trafÊgo de insolidariedades atropela valores e muito mais vidas do que a vaidade possa subestimar. o acaso de insatisfação é bem maior que o crédito concedido quando o juro da vida corre afiado por facas. nos meus delitos de luventude cabeça de piolho, 'as pedras sempre se batiam, as almas desencontravam" e os corpos que se enroscavam passavamos por cima, o arrastão da folia, "os amigos que não são amigo", as falsidades verdadeiras em raminhos de vida, criando a margem que vai derrubar o castelo de areia.
Humberto Fonseca

Carta Despida

Enlinhada de madeira folhada,
Lacrada por segredos e bobagens...
Quem nunca escreveu uma carta?

Ainda não teve o prazer de receber,
Calar vendo o nome do remetente...

__ Num esperava por está! o amarelinho deixou na porta e saíu fora seguindo o trabalho... de nos deixar ...

Veio de longe...
De mão em mão...

Uma carta despida,
Altera o meu gênero,
Onde a calmaria rebate tensa...

Uma carta despida feita por ela,
Com amor, saudade, mandou beijos,
O perfume empreguinado nela.

__ Enquanto esqueço... me chega... a sua.

Tudo que me disse bate,
Vem encontrando...

Uma carta despida feita por ela,
Com amor, saudade, mandou beijos,
O perfume empreguinado nela,

Em duração....
Ao ser inspirado.

__ Foram três dias para escrever... remotamente estava maquinando desconfigurado os retrocessos das idas e vindas supostamente sem que perceba o volume que ela faz. a madrugada volta a funcionar para enviar está.

Capricha as letras,
Desenvolve uma leitura especial...
Espacial...fora deste meu comum.
" O meu apetite é um imenso prato do que me oferecem... "
As partes confundem,
Uma desordem de fala,
Um assunto por cima do outro...

__ Pergunta, volta há 5 anos... fala do futuro... vc tá namorando? ainda gosta de mim? brincadeiras e volta de volta para a volta... perguntando quando será a minha volta, é um cilclo vicioso9...rs.

De papo-amarelo dorme...
Seus olhos em mim de fora,
Esperando que eu pule,
O bote passa... atração.
Um comando intuitivo causado por...?

__ A explicação que todos procuram, gosta... não gosta? vai dar certo? acho que rola, mas...

Eu quero destrinchar muitas palavras,
Quero aprender um novo vocabulário,
Te passar o mesmo em sua saga de compromissos.

__ O homem tem que ser, um ser, capaz de ser, um novo ser, por ser, que ser homem... é ser algo de ser o saber por ser, em refletir seu ser, ter um ser em volta de você, parece ser...

Um ex'plendor contatual.

Humberto C. da Fonseca

Ler uma mensagem...

é tão importante quanto lhe dar um beijo.
é o maior negócio que posso fazer.
é a consignação. o poderio.
é o tempo necessário para descompor a minha mente.
atribulada. comprometida. falha. ilesa. pau-à-pique.

mungangas ser de mim a mim mesmo?
quem recorre a essa aflição de não conter-se?

"em resumo; ser sumário, aplicativo; é conforto."
reforçar a questão não é qualidade ao imperativo sentido do ser.
poetar maldita mente esses labirintos gravitados com personas e balalaikos rojados-fictícios, empuembricerando "ato de sujar limpando" a carne-imagem ruptura, a altuyá com farrapos, acinzentados, magrenecidos, amparados a desgraça rude, no palmo de história transformada em vida, é acabar de descrever que: o poder ofusca o brilho, "da vida, da alma e dos outros", afinal você não está só, não existe um planeta só pra ti, e morrer; socialmente, é o pior dos fracassos antes da partida, aquela que acaba de começar quando você segue sem saber onde quer ir, há momentos transitórios, vivorosos, dos quais seres humanos nunca sairão para dizer qual será o seu sentido.

Humberto Fonseca

"eu escrevo errado. errônico erro tudo, sem ser mudo e puramente burro, de palavras, de ditos, de tentar óficios, as questões, me gastam".
Ca bar

Rasga-se mundo e ch[ao,
Sião, cobra, morde...

Vingança,


O barro... É pedra que vira tijolo.
Ao vermelho...

É pedra, cisco de sabão no olho.
E como arde a vida...

Os dias... As centenas... São milhares.

Jogo gráfico. Dos rostos,
Arte restaurada... Queimados,
Sol.
Das pálpebras,
Fechadas,
O liquida.

FOTOLIPOTICULRIZADO.Mas as pedras,
Levam-se as mãos,
E o ouro é preto,
O barro é pobre,
Onde a ceifa é de todos.
Ao sangue a alma separa-se de corpos.
Mergulhados,
Na vurtez,
Sobejos do silêncio fecundo,
Ressona a palavra variante,
Longe de perceber-se com o coração,

Saltando as montanhagens.



Humberto Fonseca
Vasos da ignorância
a sociologia de rua é uma nascente de longos anos. percorre o mundo com suas poluições; visuais, verbais, musicais, com ou sem classicos.

vem surgindo os práticos, predestinados ao quebra, formadores de opiniões em guetos. requintados ao vil prazer desse consumo, essa cultura pendente, (paga por bolsos nas suaves prestações, informo pois que; "um país que paga pra sustentar sua cultura o que constroi?" monstros como Caetano gravando pela (Ruanet), é uma falta de opinião e de fé social que nos persegue por vizinhos e desconhecidos, seremos marginalizados, desalinalienado, fezes.
eu lavro a terra seca,
suja no íntimo,
das paradas.
cultura até que a morte seja história,
enquanto a história for cultura,
o fim da folha é o abismo do encanto,
a liturgia reengrandecida,
seus restos...
eu quero,
que as flores
que florem,
floriem,
no mei d'graxa.
corpos ao frio,
odio ao frio,
corpo ao frio,
deuses ao frio,
ao ar frio.
panelas,
quentes,
é sabor,
de bolha na mão.
... e quando um cidadão deixa de acreditar em partidos; parece então fazer aquilo onde deve ser jus ao povo, faz-se agora política.
Humberto Fonseca
"quando morrer irei dexar vários poemas, os primeiros que acharem morrerão pela desgraça, o resto logo irá de esquecer".
Um Balde de Poesia II

+ um dia - 1...
2 x 3 + 1...
Sete.

A semana CONTADA falou...
( O remoto tempo de controles em sua MÃO canaliza afluentes de BRAÇOS esticados unificando LEITOS semanalmente.)

O calendário vira as DATAS,
Criou-se a POESIA MALOQUEIRISTA,
NÃO FUNCIONA,
mais uma...REVISTA! Lasanha, Maicknuclear, mais uns...
http://www.revistalasanha.falai.net
ANTI o que? ARTE PARA QUEM AFINAL?
ZINE CONTRA! Sinfonia de Cães,
O próprio TARSO DO AMARAL...
Seguido de perto por Binho e Serginho,
Postesias... Saraus... Meninos da sul...
Para DOIS POETAS E UM CAMINHO,
Eles querem partir para o CHILE,
Para a caminhada CULTURAL.
__ ... estão recrutando pessoas para ir com eles a pé de SÃO PAULO... recebi o convite... vai?
Sônia Perreira, DINHA, BERIMBA...
Uma roda REPRESENTA Samba da Vela, na CASA...
Por INSANIDADE & POESIA, atrás de um...
Centro Independente de Cultura Alternativa e' Social.

__ Lá daria para ter ao menos um encôro, por esse ESQUADRÃO anti-morte, recentemente há muito tempo formado.
__ " Eu não PERCO... Se sobra tempo na vida, CANETA nela! ".
__ Com vcs por perto... Faço um complete as FRASES? Ou preecho as LACUNAS?
__ Há... Falei... Sim! Do balde... Um que vira caldeira, cadeira, mesa, barco, e vela á vela, sopra com remo e não ao vento, de cores primárias, secundáriando, brasileiro que esvazia profundo de balde em balde, poesia sobre poesias.
__ Sim! acho que é pouco demais... Entender tudo isto, quando?

VeRSoInVeRSoSeVeRSa,
CoRo-tREmiLíQue,
DaDOsFaNZiNiAìS.
SePaReAsSíLaBAs :


Humberto Fonseca
a uma grande e intensa vivência por trajar-se nos aspectos da rua, em vestir-se de olhos, um relvanez militar terrivelmente abismado ao aliciar violência.
Festim






O que escrever?


quando dizer?






nem tenho falado o calor que a fria trouxe-me...
robustos fracassos
materializaram a existência.







é morrer para dar vida. aos
putos, sacristãos, irredutiveis canos na roça faccional, é ateu que não
sobreviveu a rebelião, "respeitam um monte, pensam no ontem",




  • a respeitos

que
perderam-se com terremotos,


gasturas suportadas com suas armaduras,

sendo o
rugir embaixo do mar,
será o desistir por ter a formula da ferrugem,

o gasto do
tempo contra o corpo, e você é mel,




doce.. doce... doce.


Com-Piskção

Em baixidão.
Evasivo, despreocupado,
Dentro de luares,
Nos canos ouvindo vozes...

Lugar que precisa subir,
Nos documentos sem sentido...
Em bocas dementes.

Me deparo com tentativas,
E corações pedrados,
Meu particular depedrado,
Nas janelas que me fecham,
Portas que me trincam...

Em delírio de auto-ajuda em vontade mirrada,
Contra-pratos-limpos,
Bocas sujas,
Corpos de lambujas...

Soma de réplicas,
Motanhas de vales velhos,
Vidas secas,
Almas desgastadas.

Lombos apreensivos,
De braços que raspam-se,
Na tormenta abrasiva.

"Soltai-me deles, deixe as minhas orações dentro da caixa... no breve adeus dos meus filhos."
Humberto Fonseca

__________________________________________________________________

impertinente; seriamos; quando a volta honrará o fracasso. aos espalmos, espários, recitas os breves teores licôniais na ingtura, truresmiridrada da qual história faz-se a metade, o enrrolo fárundio mesticiácido.
dia 24/09 maio, inicio as 19:00 tem sarau no cicas, volta do Verbos Curtos_Viola na Vela, Elo da Corrente, Poetas Suburbanos, Poesia na Brasa, exposição de fotos da hermana Karina Meireles, escritora independente lá de Campina Grande_PB, abertura das atividades do programa VAI, lei de incentivo a cultura que vem para fortalecer os trabalhos já realizados no espaço, poesia, integração social, replicância que se faz imediata.

é o nosso reclame.
é o nosso verso travado.
orelha a orelha.
cerrando punhos.
bem vindos ou não.


Timbre


grita morro...
a evidência chegou...
pega tuas vestes enfia na mochila para descer.
te aguardam faz tempo.



__ desceu assim o telegrama de boca-em-bafo-de-boca, não tem sol, nem lua... perca vista, "são outras vielas essas quando se parte", pensa o malandro: a que devo esta solada? estas bolhas? (sapatin de cristal no pé de troglodita é um descaso do sapateiro; é caminhada demais sem existir lugar algum, ser maravilhoso afim de canjear ares que atraem, "fora do castelo corre a certeza de uma explosão psicologica, entrar ou seguir o vento", mas quem cuida fecha as portas), a dama de honrarias terá sua servil missão por trazer a bondade consigo dentro do olhar devagar, no caminhar rupestre efervecido, a mensagem é a suficiência orgânica nessa dinâmica convivencional, da qual educação fornecida constata meus graves erros da gramatica que muda sem que seja o nosso aprendiz, (nos fornecem outra cultura, empurrando-nos outras línguas, forçadas como pleitos dominicais, para o bem de uma educação parcial). "Faz tempo que alguma coisa não acontece em meu coração", esse inferno tropicalista, perdi meu chorinho, tô pasmo de povo oprimido, e sei que eles não são oprimidos, é mal conduzido, embriagado pela bebedeira diplomática, nesse situacionismo para melhoria do país, quais mudanças relativas e importantes para viver a realidade no principio de ser? ter o que merece, o que promete, o que proclamam, "isso não é um recado para o rei Péle", sem socos no ar, essas bancadas vibram em cada aprovação, veremos quem paga jabá, eu não sou passageiro desse mundo repugnante, tenho a convicção que estou no lugar errado, minhas nocivas relbedias disfixa janelas que abrem na mente.

Humberto Fonseca

segue autor na foto: favela "Escorrega Lá Vai Um"

break: o poema traduz o último fim de semana no CICAS, junto a Sinfonia de Caes, realizando os trabalhos para adequação do espaço as atividades que vem sendo realizadas no Centro Independente de Culltura Alternativa e Social.creio na vasta importancia do povo para uma transfiguração da nossa raça, acreditando em nossos reais valores culturais, viabilizando poder de ao menos a expressão de uma comunidade antes calada.

eh nois.
salve a todos.
"O amor vence o ódio." Joao 3:16
Fica Suave Que O Mundão Tá No Meu Nome
Eu queria apenas passar na rua em paz,
Sem que o feitiço quisesse me acompanhar,
Onde as gramas pastam de medo pelo boi,
E o boi sempre segue a vaca,
Na calma passada do gato,
Para a caixa que não é areia...
As formas enautecidas,
Acoplam o mercado belo,
De frutas que renascem,
Nas bocas que se escaldam.


A fala que não se abriga,
De tersos que não se valem,
A ordem pela justiça,
Do corpo, n'alma de um padre,
Sacristão ou gaiato,
Devoto do corpo que é morto,
Comendo os vivos sem nojo...


O parque,
Os meninos, As meninas,
A calma pescaria,
Nos melhores anzóis que se mesclam...
Fisgam seu olhar,
Atrazam eles a sua vereda,
Por não saberem da nossa música.


Por juras falas:
__ Qual! Cabulosa? De outro lugar...


"Concentra os (mêlos), essa swingaíada que chifra-se as sextas, já requerem, compram com a luxuria sua injúria ao identificar os saberes da vida amotinada, revelam os eternos enquadrões, querem saber de quem é (O Sangue Alheio), ou como vai a disputa do tráfico nos morros, é tudo uma jogadinha impetuosa, emanecida, revogável nas próximas horas, como sentença que se responde em regime semi-magro-aberto-da-gordura-presa! O lamaçal que guarda a cura como um túmulo descaverado, respeitado pela plaquinha de bronze roubada por um escritor nóia" ...



O elogio próprio, a elegância que fora real, na minha... É escondido que faz uma longa história ou um breve fim? O que porra estou fazendo... Nada? Para de pensar pois a ironia é uma cuía de queijo-do-reino, com a casca e tudo, numa dessas esquinas de supermecados que aflitas crianças pedem biscoitos chorando dentro do carrinho... É bonito todas essas manias, a paixão pelo poder, por comer, vestir e calçar-se bem...


Analiso toda a vida fora do porto, e tenho mais barcas por aqui que mar á fora, mar a dentro, quem sabe oito mares... Os canhões estão apontados nas portas, nos becos, em vieladas-vidas-ceifadas, comemos apartir de agora até mesmo o pão do mendingo, é fácil virar um desse rapazes largados, andarilhos, pobres catadores, em maior que seja a parcialidade dos investimentos a fome sempre será o desemprego da falta das opiniões educacionais dentro da segurança que tantos procuram na barriga.


Óleo que me desce,
Na salada dos partidos,
Sob candidatos que apodrecem...
Com remuneração esquisita,
Os escrotos,
Barbarizam nossos seriados,
Na tela escura.


*A sala de jantar,
Todos em volta,
Uma xícara,
Vários goles,
Conversando eles...
Quem mata?
Quem morre?*


Só falta correr da miséria o pobre, que anda podre, sujo por naturismo, e que se faz abolir das espécies circundantes, podem ter o suprimento de amnistiar as pessoas, comprimir, ou deportar...


"Como esquecer sua pátria, seus filhos, essa nação tem uma olhar puramente pérolado, com a luz de uma mãe chorona emocionada que aos braços vai acolhendo os seres amados, esquecidos, partidos de fulgência choro por ser teu, e não porque me falam ou conversam português"...


__ Essa língua e suas regras psico-guísticas! Trabalhada nas talhadas do pioneirismo em falência.

Humberto Fonseca














BêbÉT/Ocica's


Salve aos que se perdem de vez em nunca por este espaço anti-solidario, anti-salvatorio, mesmo sem cor, ainda assim não seria a lástima de um purgátorio, ou a invecibilidade do céu.


foto tirada na casa do mulambo Clebin, raper, produtor de vídeos, ativista cultural na influência do hip hop e suas culturas, mineiro nó-cego, osso duro de roer, o maluco tá fazendo a produça de uns sons meus. confere o som da zica:
a Produto Tosco é uma produtora de fundo de quintal, abrindo as portas sem miséria "com ou sem dinheiro, o grande fato é a idealização e troca do trabalho", ideia desse mulambo loko, uma mistura mais brasilis do que nunca, tendo como grande influência de samplers a sonoridade nacional, do brega ao funk, em jazz repente. o mulambo colocou no ar uma embolada belo-horizontina, entre outras participações em uma coletanea muito diferente de algumas propostas de rap inovador, de ideia diferentes, as vezes tem cultura, arte, mas faz-se com espirito e pouco investimento.


vai tres dicas aê, é uma divisão dos trampos desse mágico faveliano: o primeiro link é algumas músicas de uma coletanea lançada em 2008


Rap / Hip-Hop / Big Beat


Big Beat / Dub / Jazz
Acousmatic / Tape music / Big Beat Belo Horizonte
"a estima de sucesso não consegue andar neste coração, tendo sempre no empregar das palavras acima de tudo a revolta, e a quebra da impossibilidade."
BêbÉT/Ocica's
A Candeia no Velador...

Endemoniado,
Apregoando cidades,
Com um alguidar,
Balaio de farnel,
Numa peleja que não sarara...

Por estar querendo ficar em oculto,
Abatidos afogaram-se...
Tivera piedade, amor, compaixão dentre vós...

Perecemos como (bordões, alforges),
Em arrimo na escrita sou eu...
Alforge arrebentado,
Eles maravilharam-se...
Com sobejo. Restos. Sobras.
Tivera piedade, amor, compaixão dentre vós...

Sepulcros do altíssimo,
Com demónios vestidos,
Ide eu fazer atormento?
Querem fazer a mim grilhões?
Tenho eu medo desse cativeiro?

Vivo pastando no norte...
Para os que rogavam-lhe no abismo,
E você é um incrédulo perverso,
Que anda escumando ser ralé,
Padeça...

Ademoestando-os.
Com seu furor de ossos pertubados.

Meus uténsilios, pingente... São "Velas às Avessas", feito caruma agulhando, que ilumina a dor de estar em caminhos oblíquos em uma declinação desses caminhos que sigo, é fácil ser poeta (desde que não seja ator), interpretador de textos na minha rinha vai a lona...

Eles pasmavam, sei que esguelham, (ela faz parte deles), sendo que o eixo vai na diagonal, (correndo por fora para ser sincero), de lado corre, (o soslaio), convulsionou, fez amotinar a parábola, acho que tenho visto muita paranóia nesse meio tempo, de leve isso vem trazendo coisas muito boas, e pessímas distrações por ventura de uma convicção fajuta, demasiada de (anseio), isso me incomoda, o homem deve ter paz e paciência dentro de si, quem o suporta? "A Ilusão Brilha Feito Sol" com olhos pra cima e ceguidão abaixo, topadas, tombos, e cara de rapariga pra se defender de causas inexistentes, a imbecilidade do ser humano regra sua tenor-idade, essa "dobadoira" foi uma simples alegoria.

Olha o unguënto... Cheio de glutonaria, cheio de avidez, diz estar quebrado e vai viver enfaixado até quando amiguinho? Sei que nada tens nesse corpo. Sei que tens a barriga cheia... Sei que essa dor é passageira, e mais ainda sei do teu medo, do teu temor, sei que não é frouxo, mas é mole! Cai na realidade que te espera, deixa o caminhar dos outros passarem, o consumismo vem causando muitos males, deixe minha amizade fora disso.

Remar contra maré é fácil, e pular do barco? Ficar em cima da corda? "Soltar as Velas"? Se fazer de João ninguém, pobre coitado chorãozinho... Sei que tá se fazendo de morto para comer o do coveiro, e garanto como deseja catar o bronze do nossos túmulos.

Mas a morte é de todos,
E ufa... Via costas...
Se tivessem respeito,
Não acabariam com Sabotage,
Por apreciar os temas,
Em desmitificar os grandes.

Acaçalado vejo o brunido-luzido-luzente,
Se ofuscando em suas sombras com marcas,
De uns que faz-se obcecar da inteligência,
Tenho que me aperfeiçoar com armas brancas...

A obscuridade obstante,
Cairá pela espada,
Todavia nessas proezas,
Próspero.
Faço os deveres com amor,
E as vezes devo mais amor a eles,
Devo ter respeito ao meu trabalho,
Vínculo social, capacidade, visão,
Irmandade aos que me fazem bem.

Esse seu baluarte...
Arte que comove, insulta, faz ferir-se...
Dentro do sustentáculo?
Querendo extirpar a muitos sem ter raiz...
A tua doença é maior que minha criação,
Creio nisso, não é história,
Segui a impossibilidade e acabei por água abaixo.

Se o céu é azul,
O inferno vermelho,
De onde viria esse cinza incógnito?
A voz ameaçadora?
Indo e voltando sinuosamente no horizonte...
No bramido do mar e das ondas.

Profanarão ao cabo de tempos,
Minha formosura em desmaio,
Suscitarão despojo, espólio...

Folha limpa,
Foi até o dia em que não me conheceu,
Pensava ela ter em mim vazio,
Enquanto eu pensava no tudo do tudo...

A fortaleza dos quatro ventos do céu faz o aprouver,
Aliarão cativos,
Perverterá todas lisonjas,
Pelos violadores dos castelos fortes,
Sendo no santuário violadores...
Terei o desprezo eterno,
E dentro do sepulcro exultem falar de mim...

Você terá minha benevolência,
Fora do firmamento,
Sem gemidos, todos os gentios,
Com o furor da minha espada
Na paz do meu escudo.


Humberto Fonseca


Olhos Quenão Tremem... Sentem o Baixar; Mas-Sem-Demagogia-Envolve-se!

"saído assim o livro farei-o assar".

terei uma escolha...
__ mas irei recusar.
sei que existe uma chance...
__ farei algo contra ela.
sinto a esperança...
__ mas ela nem meu rastro tem.
tenho alegria...
__ e sei que ela está fora nos últimos...

Teríamos dias com traiçoeiras-sinceridades?
Seria eu um favinho de mel com esse sentido?
Sei que a parte que muda já foi passada nesse exato fim de estrofe.

BêbÉT/Ocicas

"Velas às Avessas"

Chora filho... Essas lágrimas são poucas até o seu crescimento.

__ Jura pro pai? Pra mãe?
__ Então pede benza! Que assim mesmo lá vem lapada!

São teimosos, esquizofrénico de mesmices ritmadas em rótulos rasgados que merecem uns aplicativos remidos de bravuras obesas, estas pesado, denso na voluminosidade coexistente, sente a fagulha no teu doce alarido?

Sem choradeira e balbúrdia, sou vagabundo que sabe, ou ao menos tento, entrar e sair... No mínimo um cumprimento, não falo de COMPRIMENTO de olhar, ser esticado na visão e incapaz corporalmente, (o escritor tem os olhos acima, e pisa naqueles e onde quer), sem clamor de voz. Eu só não parei de escrever sabe porquê? Resolvi por algumas coisas em prática, (elas estavam escritas), coisa que parece mentira, estive cansado de escritor mentiroso, bunda mole, filho-da-égua! Eles trouxeram para minha realidade muitas histórias, protestos, falatório, teses, tensões de relações, sem contar os manifestos, quiseram até ser embrionário... Mas quem tem a situação rádicula sou eu, "as mais pequenas raízes de um sistema radical".

VÃO FAZER MANIFESTO ONDE AS PESSOAS TEM TEMPO PRA IDENTIFICAR UMA BOA LEITURA DE CONSTRANGIMENTOS, A MAIORIA DESSES MANIFESTOS SÃO INFUnDáVEIS CORRUPTORES, de mentes fechadas para um ego-nego-ócio, ou simplesmente... (pensamentinho barato)... SER AFLUENTE O BASTANTE PARA DEIXAR MENSAGENS DE BOM PENSAMENTO E FALTA DE CORAGEM, é tudo MAÇONO-TURA, é um eleito rasgado de ofensas por pessoas que na maioria das vezes fazem seus rabos cessarem o fogo que poderia acender, ascendente, nas reuniões mais bobocas das bocas falantes, falai-de-ei, e tende a ver-me com um próposito de não mais revogar essa licenciatura, essa TCClândia que vocês ainda obrigam a fazer, minha faculdade tem sido aqui, sem filósofos, fósforos, ou conversações, a vida tem augura, uma medida rápida, sem que seja a morte... é o caos que você tem a propor, poponha sem medidas, faço a dilatação com um parâmetro: desligar a realidade de uma sobrevivência mentirosa e covarde, por pessoas que sabem, mas ousam falar, indagar e procurar a verdade, coisa essa que ninguém pode desmerecer, fazer-se de cego, ser prepotente de cara minguante, sabendo que a cheia está por vir.

Influências... São as asas para o berço do demônio seduzindo a vida de outros com a sua, fantasiando artifícios que não explodem, martirizando sacrifícios nunca feitos, enrugando olhos que podem ainda ver, eles são a plástica mal acabada, com esticamento de pele, afim de esconder as marcas, preparando para viver de cara nova, alma bonita, "são poucos os que mudam sua rotina por amor",

Estou errado? Quem prova? Se teve tanto com douto-mestra-zuado, dizendo o que sabia, o que podia, e que por incrível que seja, o que ninguém sabia, soubesse eles dessa minha revolta, acho que existe sim escritor trabalhador, mas não o conheço! Escritor no meu país tem fama de vagabundo... É uma profissão que só conhecem quando se é jornalista, editor, quem sabe um "Julgador Omisso", e pra mim a maioria dos escritores são mesmo os cientistas, talvez tenham usado as anotações para um fim próximo menos sofrivél, é uma indignação constante daquele chá das 3, reconhecimento por letras, conhecimento...

Vocês sabiam que tem jumentos mais corajosos que vocês? E mesmo relinchando falam como querem, "até um animal pode ser mais útil", como ter uma vida mais útil? Com uma grande parte de alma sebosa, cachaceiros, pinguços de boca-de-garrafa, bituqueiros de plantão, tem gente que pensa que a burguesia é classe, estão mais para amostrados! Classudos pela frénetica busca...

Esses meus camaradas de profissão, (ainda bem que trampo com transporte, e não vivo disso!), devem parar de ver e atuar, não é peça chefe! Sabe do que falo: tire a visão além do alcance, coloque os pezinhos no chão, sai dessa vereda falsa, deixe esses pergaminhos para quem traduz, você é um mero copiador, xerox viva de gabações burladas, desmembrado da sociedade pela sua invalidez, (lembro que isso só vale pra mim, deve ter muitas pessoas que pagam pau pra estes bonitões das tapiocas, entendedores do fracasso/presente, permissionários de uma insegurança, lotado em carteira; com merrecas que levam a instantes alegres, momentos felizes de uma transição pré-corrupta, (é um contrato que as vezes procuramos para nossas cabeças amarrando a pata do boi em carro sem rumo), cobiçando a prosa do outro e a fala do mundo, sendo um rato sujo e imundo, é bem dito esse dizer sem respostas, essas agulhas sem panos, digamos que vocês são costureiras, rendeiras, rendidos, meros artesões de pontos off road, que o povo compra por miaria...) Eu tenho a ideia... Só isso mesmo... Convicção e relatividade é coisa de físico, ao menos sei que aqui estou pré-definido e sem razão, sou a questão do adjetivo, sabendo que o ancestral também fora consumido, consumido, escolhido para ter seu fim antes de mim...

Humberto Fonseca

09 alegrinho...

"muita zica nesse ano, que todos façam suas guerras, pois do mesmo jeito que é preciso matar um leão por dia, tambem vai um elefante, um mar, um planeta..."

www.fotolog.com/periferiaspaulis
A
B
S
O
L
U
T
O


"titíca, muita-galinha, galos velhos, carcaças que trancam-se com medo de rebolar..."
a parede de revolução, insastifação, COMODISMO está em...

"eu já pulei do muro, mergulhei no mar escuro."
Um Salto Dois Pulos.

... gosto muito de escrever por conseguir encaminhar-me realmente não as coisas, mais muito do que está a minha volta, aquilo que me cerca, aqueles que sempre quero perto de mim, e me ato-título escritor, não sou "aristocrata", medinho babão, ou conversador de fiados,"posso até dever... só não sei a quem!"

__ PEGUE SUA BABILÓNIA MESTRE DO ORIGAMI!

por quê esses tracinhos ingéntis?
só para dizeres o quanto é isso que não é nada!

Mau falo, e retenho boieiras, e massas preventivas, sei que a cozinha aqui é suja, mas organiza a casa, e se naum vieres a ela, estaremos com outras visitas, tem sempre argúem com fome... querendo um livro para comer.

"similares o autêntico, e vê-de que a cegueira é besteira tua."
aqui o natural místico caí... e chora pontinhos mentirosos, que a falsidade não é só idéologica como também questão de vida disprogressiva e degrada (a minha), pior que lugares grandiosos poluídos... só o caldo de duas vestes tua, e um pouco de palavra...

__ "aê Matos... to afim de RUFAR, só que sem motivo fico só no pianinho, estilo Ray, cego que escuta tudo.

nunca fui menestrel, murcham... ou polímero de métrica idiota, estou na condição de repetir os altos, queimar todos os meus principios e habituar-se. "não sou bicho! estou no mundo que não é só meu, e por mais que queira... aqui não posso nada... e DEUS se for para pagar o dia e a noite... pode cortar."

só posso ter medo daquilo que serão, enquanto é isso... aquilo... pra mim eh nois, sabe que é assim, eu não jogo Hermano, mas adoro fazer passes, cobranças de falta, e as vezes até ser técnico...

"quem espia não pode ter visão, mas deve ter a cabeças para o quebra."

__ eu sou só um peão que não tem onde cair morto! mas em levante... levante filha da puta, já cansaram de ser espertos, a ideia agora é correr ao contrário, pelo modo mais difíçi-impossive! pega essa sua gueRRA-mátrica e enterra no quintal da casa que não tens...

cabe consentir tanta coisa que já nem olho ou penso, agora eu penso e olho, porquê pensar... penar é bom, olhar da raiva, e saio logo de perto para não ter pancadas... são muitas dessas a cada dia que louvo na ponta do pé sujo, os do qual faço passos para nunca desistir, ou sequer enfraquecer por bisbilhoteiros que querem gama, e sombra... eu to aqui... http://www.periferiaspaulistas.blogspot.com/, essa é a minha casa, (mais uma que arrumei nessa caminhada de loko, assim como O Agorismo, sr. Maicknuclear, outro ser da verdadeira cultura independente), e me sinto bem de porta aberta sem códigos de passagem ou autorização de ramelas, acabei de bolar... acenderei com tua partida.

__ nossa! eu tô parecendo louco... "na maioria das vezes me deixam confuso", não os problemas, mas as soluções...

ehhHHH! ao menos isso eu tenho para dizer, FAZ TEMPO QUE NÃO TENHO PROBLEMAS! e por incrível que pareça... quem me conhece sabe quem eu sou, muito bem, bem mesmo, ou quer conhecer, não precisa, nóis se bate mundo a fora, "AS PEDRAS SEMPRE SE BATEM" , foi com todos assim, e por aqui não vai ser diferente, e para aqueles que em mim não acreditam, humildade sempre, temente as más energias e corações pobres sou EU. o resto eu disbaratino, tô na coleta seletiva de opiniões, e desejo muito ser um escritor, só que minhas ideias não são de valor, quem sabe com as deles possa ter um qualitativo...

___ legitimidade, e proposta inovadora é a minha! só atropelo se vier com muita velocidade e você cruzar na faixa com farol fechado...

olha a percepção do moleque, vendo tudo, não preciso tocar em nada, ou atingir, só tenho passos a dar em lugares vagos ou antes intocados, sou eu um desbravador das terras conhecidas para tentar trazer coisas boas e diferentes, as que sempre estiveram aqui... ão vivo em outro mundo também, curto viajar...
esse carrinho de brinquedo comprado na 25 de Março corre, e saí em disparada sem ter medo de guardinhas que vi-agiam em um vacilo seu para meter a caneta ou sacar do palm... palmas CUZÂO, multa aÊ! amarelinho, marronzinho, soldadinho da arte!

__ eis que a LEGO, PLAYMOBIL, criou bonequinhos mais pensantes... e divertidos por sinal, roubava muitos desses nas americanas, mesbla, entre outras lojas que nunca perdoi-eu... arrastava mesmo, ehhhhhhh mochilinha, cabulando aula, só escapava os que corriam, os outros tomava umas nas urÊA e voltava pra casa de cueca, as vezes pegávamos só a bombeta...

engraçado a cabeça desses bonecos, o cabelinho penteado, pareciam até aqueles novos brinquedinhos que tão por aí nas ruas os EMOS, FENOS, VEMOS, CREMOS, não SABEMOS COMO! como acontece tanta zica...

__ até escuto O OCEANO, só que com você não pulo, certamente a prancha vai estar armada, e nessa altura terei partido com minhas canetas inflaveis e folhas submarinas, e novamente nessa altura não do campeonato, mas na arte de colar, criar, participar e jogar humild-mente na miúda com simbolismo das lutas que carrego será ótimo! vai ser muitos dribles, e sei que vai ter muito ZAGUEIRÃO para querer minhas pernas, aviso-os... estou CORRENDO TODOs OS DIAS, um fumante até que saúdavel, e que gosta de dar pinotes... vem na minha pegada, acompanha o ritmo, o fôlego que não se tem... TOMAM!

MEWWWWWWWWW eu ainda acredito no AMOR, fazer o que veio? eu sou de carne, e simples, não tenho mais que esconder ou passar por cima dessa minha feição.

__ onde dia após dia eu vou valorizando mais as pessoas... "já fui um ótario, mesquinho, hipócrita pra caraio, e meus preconceitos sempre fiz questão de expor, chutar minhas verdadinhas insignificantes de merda, ou desvalorizar outro ser humano por questões que estamos nós dois errados, só que passamos por cima, e não nos molda-mos para outros, só que sempre querendo tudo certinho ou ser entendido aridamente por outros é fácil?" sou fraquinho, não consigo redicularizar outro, e isso é ponto de vista, vista encandecida, bióticamente cansada... ela atura as mesmas visões, vai tornado-se cansada, faíada...

e lá vai eu contra o ABSOLUTO.


Humberto Fonseca
Quem Canta Seus Males Espanta...


Coisas fora da faixa de idade, proibidas, fazem bem, elas encontram-se mais soltas do que nunca, e com rufadas em imigrações de cultuínas virtudes densas, ou violentas promessas que acabaram, tanto faz como tanto fez, isso que dizemos sobre o talvez...

Talvez, eu tivesse mesmo que partir para novas revoadas, feito passarinho, em distrações que augurariam medonhos, panacosos! Impacientes dos seus adultérios até em amizade inventada, "para que veja tamanha pilantragem", vem querer predizer aqui não moço, pelo amor dos nossos santos filha das putas! Quer dizer antes ou anunciar com antecedência? Os profetas te aguardam, José dos latrócinios baratos em queijos do rato fresco...

Tenho minhas vontades abaixo dos pés, "minha mente é mais que meu corpo" já me disse uma amiga, e quando ela quer pedir quem resolve é a mente, ser fotogénico não faz parte da minha rotina em desfama, vou restringir essa frase.

Ando nas limitações, contraindo doença que ataca os órgãos, flautas, e os trombones alheios não satisfaz esses ouvidos cheios de cera pelas abelhas que ferro-eis... Vão se foder com essa colmeia de repressão e rainha de baile gay...

Sei que não basta ser brasileiro aqui, tem que ser um bom jogador, fazedor de truques driblelícos, ou matar a verdade que se esconde por varas-curtas em Fórum de anti justiça, o anónimo vai rapidamente a cadeia, estou preso, e nada vale meus costumes, o feito é para atrair maneiras anti-salvadoras e comércios sublimares...

__ Ele vai ser perdoado, tá bom! Ainda assim pegarei um alicate para que arranque suas unhas...

Meu peito é capaz de carregar milhões de emoções, evadir-se dos locais sempre perfurado, sangrando, ou com uma descontentação mediante ao encontros que me levam os olhares... E ao fundo ele raspa a sujeira, e manda o coração bombear tudo, sujando meu sangue com energia podre, capaz de sufocar o brilho do qual quero descarregar por estas bandas maltratadas de mãos sentimentais...

Tenho que apurar-me, abusar de contrações, engrandecer a perfeição que não é possível... Mas os contatos me interferem, simultaneamente eles me renovam... Contrapõe o dizer de maneira em que subestimo os meu interior, e consigo ver sua grandiosidade em ocultismo,

"Impacientar a calma é gostar das atribulações".
Sossego de éspirito, amofinar-se em serenidade, transpor um conjunto alienado no mundano inconsciente cego... Acendi o candeio, saí nas noites para conciliar o frio e a espinha, supremacia em sério descontrole...

Vou na cidade do pânico, sobre outonos vagarosos, e tensamentes sem frutos, o verão secou minha primavera, antes de enxugar a terra que nasce o mato, do qual seco me faz chorar da miséria e rir ao ver que todas mentiras foram plantadas nos lados que não pertenciam a eles, e vieram aqui para deixar estes restos de ignorâncias respeitáveis.

Bebeto meu chapa, você fez uma música muito bonita, "A beleza é você menina", e ela é realmente linda, por mais que zombe, e tire a sério as brincadeiras desejo-a... Com todo respeito que há tempos não sinto, você vai ser minha querida, a menina dos meus olhos.

Como espantar o mau sem cantar alguém, sem ter uma companhia, prefiro a boa prosa que uma arma, o sossego antes de uma treta, mas se quiser terei que atirar para todos lados, a mira de opinião nem isso mais tenho conseguido.

Faço minha mente de aparatos pequenos para que corte... Sinto a ignorância sem desviar dos seres e placas, ruas flageladas com meus ruídos mentais em voos, causante, dolorosa, parentescos que me abraçam, feito uma bobina de aço desgovernada rolando... Atropelando gritos, chocando-se no transformador da vida... Choque feio, estou carregado.

Humberto Fonseca
http://www.fotolog.com/bebeto_cicas
Pedra /Sobre\ Pedra

Telhado imenso,
Disvigiado,
Copulado de maltrato,
Enrrustido na desfiguração,
Por ser os filhos malditos,
Da boca pra fora, casa, família...

Tudo perdido, pedrado,
Como tiro de cimento subindo no nariz...
Concretando o cérebro,
A pura invalidez,
Desvenuração milhada


Sua faca de tão cega em minha pele nada corta... Tenta amolar o gomo? Quero ver você furar esse bucho para que as tripas em seu pé caía.
. . . Soma-se armas antes do futuro para aniquilar a mal-vontade-rompida, alforremos-nos dessa empequidão virada de teses, ter armas é ter medo, não ter armas é estar de peito aberto, mas no meio disso deve haver um colete.


Como pode vir com tantos contras ao seu favor?
Nascer no meio da imundice,
Sentindo o frio da manhã,
O frio da mãe,
Que berra mais que o filho,
Desencantada sem abrigo,
Depois dos gemidos em murros na pedra.

Sequidão,
Matutice minha na dor pálida,
Branco era meu silêncio;

Descolorido filho que não tenho,
Seja-ai-de-ti meu prazer por te ver,
Mesmo sem ser eu teu pai.

Choro a sinceridade,
Minha anístia timbrada,
Poema mudo falado nas causas do sábado.

A modernidade em consciência é um passado de atropelos, "trincheiras mentais", argumentos profanam boca à fora, ladeira abaixo, quebrando o corpo, (pestana), tristeza fora do comum e real, fico meio soberbo ramificado em um trono de bosta. Depois de tanto julgamento ainda julga, "é como ouvir Alma Muda", onde somente a solidão me amou... Somente a solidão me amou...

Raspo a casca de ferida,
Contato, pele exposta,
Dizendo ao meu próprio amor:

"Não acuar... acuação é cassuar de burro lerdo, deprimido pelo mesmo pasto e capim, sejamos um pouco bravo, disposto estou com a sua coragem, paremos de engordurar a vida, e sabemos assim como o burro: sempre há terras para novos viveres."

Sofri ao meu meio-termo.
Arrepiei a minha alma comum frio imaginário,
Ensurdecedor e sem estrondos,
Mas pedi aleluia,
Ergui minhas dúvidas,
Quebrei os ouvidos que me escutavam por trás de paredes,
Ceguei os que olhavam da epopeia...

Eu atirei no destino,
Joguei-o em uma vala,
No mel da cana-de-açúcar,
Onde o grito se faz as desovas escuras,
Não tremi pelas encruzilhadas...

Fui embora calmo...
Passeando entre passos e ouvidos o silêncio que fez aquela rajada.


Humberto Fonseca

Caneta Nova V
(A Força da Caneta)

Se fosse um fúzil...
Rajaria brevemente um livro...

A caneta que faz ponto rodando,
Parada pensando...

Em quantas folhas irei pontuar,
De quantos pontos preencherei uma folha.

"E o mesmo que o me derá... nem conhece ela..."

Já ela, fala muito,
E me procura nos meus saltos...
Entre os dois pulos.

Molho a ponta do dedo?
Ou mergulho?

É tinta que submete,
Um pouco mais velho é que vejo...
Atenção é tudo,
Dita os meus passos...

Uma força talvez supra...

__ Tem muita coisa dando certo... Eu tô bem viu!


Humberto Fonseca
não precisa nem falar... esse fim de semana vai ser poca-Oio!
otima sensação de tocar no fds...

aOOa paulistanos!
mulambos!
cafusos confinados!

Verbos Curtos porra!

BêbÉT/Ocicas & MaicknucleaR
ehhhh noiSS!
quem tiver moscando aparece mewooo!
temos alguns versos incomuns que podem se encontrar.
Um salve a todos da AIC!

Valew pelo apoio, divulgação, sem palavras o que vocês fazem pelo cenário independente de Minas Gerais.









Entrevista de: BêbéT/Ocicas para AIC (Associação de Imagem Comunitária), ONG que desenvolve vários projetos audiovisuais entre outras mídias em Belo Horizonte/MG
Clebin, Base musical criada a partir das referencias caseiras (Musicas e sons escutados no seu ambiente familiar). Com o pai, colecionado de discos de vinis, despertou o interesse pelos sons e os ruídos extraídos dos discos, variações diversas de sons, desde musicas escutadas no seu próprio toca discos, a outras vindas do vizinho, ou do radio ligado por terceiros. E é com esta grande discoteca que Clebin seleciona algumas faixas para tocar em lugares a qual e convidado como seletor, e produz também algumas bases a partir de samplers extraídos destes, para que quem quiser se arriscar, possa cantar. Com repertorio que vai do funk ao funk e do Brega ao Jazz, este mostra um pouca da diversidade das musicas que te influenciaram na infância e nos dias de hoje. (mulambo loko que fez as pontes para o acontecido).

URL do MySpace:
http://www.myspace.com/clebinfrenetico











Juliana, Clebin, zeu..
Café do Poeta

Não acredito,
Acabou?
Irei faze mais um bule.

Porque fósforo?
O café do poeta tá sempre no fogo,
Burbulhando o enunciado.

Água de dados,
Chaleira de surtos,
Tentando uma mágica...

Conquistar!
Passar uma energia,
Falar algo que convém.





Com suas histórias,
Ous nossas "estórias",
Este é o vínculo...

Viajar sem asas,
Recomeçar de perto,
Parar o fim.

Café pronto,
Xícara cheia,
Gosto de muito açúcar...

Aceita?
Esse tá forte,
Pode tomar...





Eu mesmo tomei cuidado,
Com medo de me queimar,
Quem sabe você gosta...

Não tem veneno,
Só dez estrófes,
Com trinta versos.




Café do Poeta II
Com esses 30nta versos,
Viu-se como produtor,
Na sequência de 10ez.
Ele não fala de ninguém,
Engloba todos e repeti...
Quer café?
Convidou as pessoas,
Ofereceu uma dose quente,
Para que peguem na asa.

O poeta esquece do açúcar,
Mas lembra da colher...
Á serviço do CICA'S.
Fazendo dos poemas sua lavoura,
Planta um pé em cada folha,
Criando um caderno fértil.
Ao ponto de pegar mais água,
Quer acender novos fogos, ele quer fogos!
Com palitos de tinta.
Quer outros aromas,
Digo-te! Cheiro de canela...
Imaginando Vocês.
Quando mesmo?
Sempre calmo...
Olha o seu cafezal de textos.
No mano-a-mano, por uma...
No corpo-á-corpo,
Vai sem molejos.
O seu pólo café-químico,
Refina mesmo... Até o seu filtro...
Torrado e móido em letras.

Humberto Fonseca
repugnânCIA,
DiVULGuem!


LaNÇAdeiRAs...

deSCEram-O,


SeCARA!

Há SAUda-DAde...

__ NoSSa SãOBenTO!


eM qUAL rUA eLE ANDA?


FIzeRAm SABOTAGE?

BêbÉT/Ocicas

"Maçóna-Tura"

"Homenzinhos de lugar que não existe vão parar na terra dos nunca lançados", acabou ou o novo pode substituir? já sei que não vai ter jeito, conheçam os sem capa injuriados, aproveitando lá... "na adorável sala de descanso, em chás da tarde, festivais brasileirinhos, e comércio ilegais de informações amestradas, VÊ se acha um tem pinho para armar uma lei para eles, ou vão passar de corredores em períodos de somas nos semestre, tá estudando neh moço (a)? como essa academia não tem trabalhado eu os convido para malhar, correr, se unir, começar a transparecer, vamos? perder um pouco dessa barriga, cheia de letrinhas nutridas, e tenho uma boa ideia...


BêbÉT/Ocica's

"Essa é Pra Lua"

Olha! por onde anda você irmão?

Há uma vaga no estacionamento,
Preechida por sol e vento que é sua...

tudo que ela quer é um olhar teu,
Nem olhar no meu...
Suspenso a brilhante,
Lembranças do dia.
Ela te olha calma ainda...
Ela só quer suas boas vindas...
Meu bem!

Olha! como se perdeu aquela luz,
Na baixa tem carta que não te conserta,
Minguante solidez,
Ponta da caneta arrasta,
Me trás uma onda no pé.

Há dias em que estou inspirado,
2x Eu posso me afogar nas tuas águas,
Ainda estarei vivo em versos.

Volta p´ro seu castelo de areia menino...
Volta p´ro seu castelo que a onda vem vindo.


BêbÉT/Ocicas


Menino Cisco
(Homem de Pedra XI)

"alma camuflada, aqui escorpião vira lagarto colorido para esconder-se enganando em escombros..."

a trama legal para afiar-se as laminas ferronhas,
maliciosamente,
confidente,
calados,
matrizes de um per-curso gelado,
bichos escondidos,
com corpo de diabo.

peri-ulis...paulista,
latin-férico.

garras fincadas,
pernas cansadas,
alma em ressequez,
amassos dos dias,
beijos do frio...

Francisco de Assis França,
uma covardia mata Chico Science!02/02/1997

"os registros policias e periciais, constataram desde o inicio que um fato anomalo havia ocorrido no acidente investigado, verificou-se: que o cinto de segurança que estava afivelado e preso ao motorista do veiculo no momento do acidente, tinha se rompido na sua "lingueta" (parte metalica que se encaixa na trava presa no chassis ou no assoalho do carro.)"

"A imagem símbolo que a gente colocou do movimento é justamente a parabolica fincada na lama..."(Science)"nós temos que conciliar o passado com futuro.

"(Chico Enstein)(homem ciência)
cap. XI do homem de pedra

ai meu Carnaval brasileiro,
frevistas dos novos tempos,
contem-param,
as falas-lucas
,caibros-de-lama,
peixe lamíneo...

dos pastoris.
mulambastes,
mulambei-o,
mulambe...

tem ruas,
tem mangues,
na volta da estrada o sangue,
em anos que derrama...
a mulambaria,
desmulambada,
mula-lua,
lambe-mangue...

homem de pedra,
de mangue,
do caos,
as coisas são feitas,
e a ciÊncia...
é de Chico...

lamas,poças,patas,
olhos de antenas,
disvirtual,gulino...

"ele atravessou antes das barreiras um lamaçal-de-caos, e misturou lama no estúdio, e viu-se os beats-de-malungo, trouxe-nos biodiversidade musical."

chutes,bicas,descalço,
crustáceos,dedos,presos,
em buracos...

afundou-lhe a mão,
tocou...

fez-se o som,
a soar em pontes de barros.

maracatu-as,
as-maraca,
sonoliando,
sublipando,
sampleando...
tem batuque,
macumba,
coco-de-roda,
se há folguedos,
em fogueiras,
foguete sônico-noro.

atômico,biônico,
anglo-sax-music
,mis-mix-tape,
discos-vitrola-moeda,
etni-flora-risos...

a morte é triste,
e o terceiro mundo é bravo,
desmancha figuras univer-versais...


Humberto Fonseca
...nada como mais um capitulo do homem de pedra, essa série eu curto escrever.

dub-roots-corres-em:
http://www.periferiaspaulistas.blogspot.com
Facada

Tempo fosse...
Fosse me levando sem apresentar,
Com beiras do que não é estrada,
Fez-me rodar, círculos voltantes,
Quero enquadrar-te...

A luz que não me aquece, reluz,
Brilha para um novo ensaio,
Aglutinando-me bolhas palavriadas,
Gloriando o homem fraco...

Meu bem,
Meu-seu-em-vai-e-vem.

Como dizer isso,
Sem querer não me afogar,
Jogar-me logo nestas tuas correntezas,
Que parece mansas,
Mas se do contrário fosse não pularia.

Desejo escrever o tamanho do mundo,
Para deporta você em minha casa,
Declarar em juízo,
Confessar tudo-todo-de-meu...

Corpo cansado,
Que anda a fora em busca,
De um palacete,
Amarelo, cor de ouro...

Só para por em teus dedos,
Em desejar veementemente,
Fervoroso, recíproco,
Sem temor ao queimar...

Onde oceanos encontram-se,
Calam ao encontro,
E deixam as águas rolarem...

Tens a frente um coração virtuoso,
Não tão puro quanto o da criança,
Mas posso dar-te um lugar para que brinque.

Eu escrevo,
Faço viagens,
Te pego em meus braços...
(Adormeço levemente),
Só de pensar em um dia visitar tua sala.

De ter conversas,
Te dizer tantos versos,
Descarregar milhares de idéias,
Nossas que não disse...

O quanto tem feito por mim,
Esse pouco me deixa estático,
Em repouso,
Buscando colidir mais cedo,
Tarde não...

Tudo é tão novo,
Infatigável,
Presunçoso...

Sorrir não é bom,
Com tanta distância,
Em meio de tudo e o nada,
No começo intocável.

Como polpa,
Cheia, carnuda,
Sempre incessante,
Assíduo...

Só tens qualidades,
Desta boca p'ra fora,
Peito p'ra dentro,
Quero sempre poder dizer assim,
O tamanho do meu querer...

Ei-de fazer errar o exato,
Ele não conhece a ti,
Se fosse em teu encontro,
Perderia os cálculos.

A sobra de mim é muito,
Faz apenas o domar.

Deixe o homem feito bobalhão,
Ele precisa de um feito novo,
Cair no desaguar...

De teu lido,
Quem sabe um erudito,
Escritor dor dizer.

Compreende o pequeno,
Visitante de lagunas,
Ao imergir a sua busca...

Todo desmedido,
Em fundamento,
Sob teu teto,
O teu gosto,
Fora do meu paladar,
Faz me querer...

Rodante,
Buscando retroceder,
Esse meu falante silêncio.

Resbucando os trapos,
Um racional em desdém,
Trajando vestiários passados,
Querendo novas roupas para o futuro.

Sendo profeta,
Com uma alma sem gêmia,
Desgarrado,
Quero dormir,
Apoderando-se do teu corpo.

Olha a espécie,
Tresmalhado,
Ferruginosa,
Em finca-pé,
De aço torto.

Rijamente me prego,
Nesses adjetvos,
Totalmente calinoso,
Estimado em realismo,
Da vida que descobre-se...

Que ao novo dia,
Sua intimidade vem,
Acalenta minha pele,
Calça meus pés,
Dita o superficial,
Minúcia que fala...

Depois em crescimento,
Gira toda iminente,
Minhas garras faladas,
Querendo te pegar,
Na séria virtude,
Corrente agora,
Joga-se querendo um passeio.

A tortura ocupa,
Sem maus-tratos,
Tendo meu sinonimizar,
Em notas caladas.

No ouvir,
De ouvires,
Alma'dentre vida.

Minha botoeira,
Vestida em risos,
Solando conviver.

Querer sem abster-se,
Difusão de um abraço,
Ficar dias e horas,
No bico de teu seio.

Quando beijar,
Irei me perder,
Encontrando a fome,
Matando-a para repitir...

O gesto... É gosto...
De ser crucial.

Em todo esse meu abstrato,
O colorido enfada-se,
Se mistura em abreviado romantismo.

Sem ser ufano,
Amortecido,
Contra e revirado,
Em seu nome.

Olha que chega,
Chega ser nocivo,
Mas revigora,
Buscando ser,
Indolente nunca.

Ler em voz,
Declarar a mistura,
Saltar as parábulas,
Exprimir...

Sem variar,
É viveza,
Importância,
Amoleto mental.

O original,
De outras origens,
Curador solvei.

Quando a vida pega outra existência,
E um dia faz-se arrastar,
O peso encontrou seu pêndulo,
A seriedade limita-se,
Gravando feitos...

Disfunções,
Coágulos,
Mente turva,
Em grados,
Na importância,
Do valor de uma mulher.

Afligir a chaga,
Ser taludo,
Desembocado,
A mercê,
Despedaçar,
Estando fora do grau,
Do pressentimento.

Daqueles que não quero ir embora,
Indultar a pessoa que prostra,
Em compaixão de ter próximo,
Os esquecidos por ventura,
Deixados sob confusões,
Nos calos apertados do dias,
Soltar meus passos,
Descançar minhas pernas,
Soltar meus passos,
Descançar o meu sufoco.

Deita e esquece-te,
A paz te chama,
O sono calibra,
Minha deitada solidão.

Corra pelo vento,
Suma deste solo...

Dê-me o trabalho,
Compartilhe sua missão,
Faça de mim instrumento,
Use sem que me descanse,
A fadiga é...

Causada por estar daqui,
Pensando em como ir,
Se fico ou puxo meu carro...

Em alguns milhões,
De estrelas,
Em várias estrófes,
Deixo todo meu afeto,
E calo o pecado...

Quero trabalho,
Começar um novo feito,
Masterizar esse som novo,
Atribuir aos meus instrumentos,
Esses teus toques.

Compara,
Quebra-me,
Refaz-te em mim,
Genuínamente,
"Dona das Folhas".

Como sagrar,
Sob erros que me calam,
Aos acertos que me comprometem,
A magia sem mágica,
Que não vem de truques.

Toma o vosso lugar,
Sinta-se bem,
Com todo o meu melhor.

Ofereço,
Dou, e farei ainda mais,
É o querer que me leva...

Sabes todo o valor,
E que as moedas estão juntas,
Essas não tem cara,
Sem que existam coroas,
É nossa pele no frio,
Entre bolsos vázios,
Sobre um desejo valioso.

Amizade contudente,
Besteiras que nos unem,
Verdades que batemos,
Reclamações para o bem,
Você me comporta,
E toma sem ter receio,
Por saber que é existente.

Toda longitude,
Várias noites em caladas,
O vento que espera,
A esperança das novas causas...

Cai na minha armadilha,
E despreocupe-se,
Só quero o que é meu,
Mas está com você.

"Se algemou teu coração",
Tenho que prender minha vida,
Libertar-te para que sejas livre,
Finalmente ao meu lado.

Eu sofro com tudo isso,
Pode ser amor?
Dizem que ele doe...

Mas tem poder de unir,
Acabar coisas velhas,
Varrer a estrada suja,
E guarda-se em silêncio...

Disseram-me que o amor é bom,
Alivia a alma,
Cura a mente,
Transmite segredo,
Quando olha pra gente.

Místerios cruzantes,
Saudade que se passa,
Seriedade calada,
Aviso falante,
Entre ligações,
Nos turbilhos de versos.

Minha vida,
E um coração louco,
Desfecha...

Sem armas,
Minucioso,
Obdiente.

Vivente,
Entre as pedreiras,
Quebrado,
De implosões,
Marcado pelo fenómeno.

Em reflexão,
Penitencia,
O seu labor,
Fica quite.

Pensando nela,
Em mim,
Sobre nós.

Cala-se,
Aquieta-se,
Ficando feliz...

Faz provocar,
Como feito,
Em ascensão.

Folhas limpas,
Dedos sujos,
Sentimentos puros,
A pena não risca,
É tudo muito valioso,
Quero apreciar...

Se for em dias ou noites,
Quero lentamente,
Construir a vida.

Pobre menino,
Sonhador e dorminhoco,
Sem temperamento,
Afinado nos verbos...

Em inspiração,
Denotativo,
Comissionado...

Filho humilde,
Rapaz pequeno,
Homem grande,
Velho em seus compromissos...

Tomo a verdade,
Bebo-a em cálice,
Gota-a-gota,
Em arrabaldes...

É sua,
A rua,
O falar,
Em sentir,
Politizar o peri-latim.

Mordisco,
Meu crime,
No feito do uivo.

Selvagem,
Vivente em relva,
Mamanga, lava-pratos.

Assim espira,
A espada,
Quebrando a cruz...

Crivado em facho,
A base da composição,
Sou resoluto de voz.

Todas as pedras,
Jogo escondido,
Sou o fautor,
Em fato próprio,
Agito a festa,
Digo os meus barulhos.

Solta-te,
Desgarra para mim,
Virtuosa...

Um contato,
Entre dois universos,
Dentro deste mundo...

Pede a mim,
Sem rogar,
Por toda minha,
Cumplicidade esteriotipa.

A carne,
Em volúpia,
Quer o deleite...

Em vida tranquila,
O sossego uniforme,
A paz casual,
Do poema feito,
Em lábios sedentos...

Ausência,
Calor,
Sede,
Afeição,
Idílio,
Cobiça,
Intuíto,
Anseio,
Dor.

Coragem,
Graça,
Índole.

Deleita,
Aprazível,
Moça,
Calar,
Ver,
Tocar.

Solúvel,
Haste,
Letras,
Passos.

Búrburinhos,
No meu ouvido,
Feito dos dizeres,
Olhares cego,
Que tu saberes...

Da minha força,
Em teu impacto,
Olhar de cima abaixo,
E contiver.

Modero as falas,
Um dia nesses ouvidos,
Que não te falei ainda,
Onde a saudade habita,
Por querer ouvir-te...

Sabes,
Como vivo compactado,
Em erosão lenta,
Ainda calmo na tensidão...
Procuro ver,
Sem que caia,
Ou deixe a bola murcha.

A ilusão,
Não é presente na minha vida,
Confio em tudo que sinto,
Na seca ou fartura,
Mesmo que o coração,
Tome uma facada.

Humberto Fonseca
o que anda acontecendo em...
A Cor Do Silêncio

__ Tá vendo meu caro o tanto de merda que você se envolveu?

"As privadas das artes descem as descargas mais puras".

Um monte de merda,
Monturo seco,
Lixo que vira pó.

Como se fosse a flor,
Na criação dos espinhos,
Os rodeios,
De água que seca...
Todo mundo/piada,
Barra, de barrada,
Fica perdida no espaço,
Somando algumas galáxias.
Descansando estrelas,
Subli-aglutinando reis,
Dos impérios perdidos,
Por estarem em outro mundo.
Na sentença,
Como emblema no peito,
Com as marcas,
Os pactos de sangue,
Viram desejo do mal...
Com esses lock'S,
Rolando fita tosca,
No extremo vídeo velho...
Lembrei rapidamente,
Da "Alma Muda",
De como música e poesia conforma,
Causa-me ela.
Humberto Fonseca

"Muitos dias perdidos sem recitações, num transitório caos vidético, mundaninadde quase irreversível, capaz de sufocar o sofredor".

Libertação Canetária


eu tinha 10 minutos...
pra ver a situação,
passar a fita,
e ligar os nêgo com os artefatos...
tentava ver...
__ onde abala a estrutura? nem todo concreto anda seguro, e não anda mesmo se não for por aqueles que circulam, com dedos moles presos no escuro, que sejam do túnel ou pulando muro...

marretadas e... cajadadas.

PoEsiA De DoMiNGo
"As vezes quando salto da cama caio em um berço"...

Amanhece nas janelas um grande raio,
(Daqueles que o parta)
O filho da mãe que anda solto,
Mais um filho da puta sem mãe.

Relutando a re-(volta) dos que ficaram...

__ "São restos de parábolas!".

Carrinhos de alegorias,
Enfie-se em pedestais, acabe parado!

Não sou de movimento, classe,
Julgo de quem pula fora,
Vejo nesses repúdios...

Só transfigura (pupilo), meia idade chegarão?
Ser órfão de idéia,
Cabeça de tutela,
Ponto-e-vírgula.,
Sua cultura sem bom senso...
"É mau-humor!"

Retaliação insignificante, modelo desesperado,
De metódos ineficientes, baratinado!
Comunicativamente inorestável....

__ Vai ser protagonista no inferno!

FoGuEiRa
Landrilhos,
Argamassa,
Um feito...



De bico de vela,
Amara-sépia,
Sombra de beira,
Soleira em pérsia,
Em janelas que fecham...

Lançando-me no escuro,
Uma correção de verbos,
Para alguns adjetivos perdidos,
Que tiveram medo de ser escritos,
Acabam de canto sorrindo.
Não sabe ler por ser apressado,
Pulando regras, torto...
Fez-se objetivo!

" A núpsia de livro nas próximas cruzadas de linhas"...

Brasão de vida.
Fénix valente,
Cansada, ativa...

Todos aqueles poemas,
Na breve luz,
Cor de gema...

Estouros,
Caneta escorrega,
Saída do cano,
Sobre raias,
Girando n'água,
Feito ponto de fim de livro,
Que salva a pele ou arrebenta,
Mar-de-vida em mente.

Afoga,
Bate o pé no fundo,
Sobe, toma fôlego,
Sabe emergir para tocar a sorte.

Na divídida,
Ao meio,
Fiapo de tinta beira um precípicio.

__ Poemas degenerados na vida silvestre!

"Bicho preso, caçado, vendido por crétinos nos bares gela-güela da eucaristia! Onde o abstrato e o infinito para mim nada mais é que a folha".

Com harpas de letras,
Miraltez explosiva,
Valada de minas.
Sem becos e passagens,
A trama de saber, quem não sabe?

Já morreu? Faz-se?
Guardar as coisas velhas usando-as novamente mais tarde?
Sempre vai mais lenha na fogueira.

O Poema do Tudo Nada

Acabou-se o fogo,
Acendeu o nada,
Nada de tudo que te afaga,
Acabou!

__ Queime o poema!

Eu... Poeta maluco?
Riscador absoluto,
Nesses vais de volto daqui à pouco!
Com uma bolinha que mostra nada,
Rufando com tudo...

"Nada que tudo não tenha, tudo, feito nada! Tudo com nada me acalma! Desde que tenha fogo e não de à pala!"

__ Prá-lá? Foi-se... Era um grande lugar.

Me dê uma goma ou bala?
Quer révolver?

__ Atire naquele que passa, em quem move, na multidão balançada, mas isso vocÊ sabe que é nada.

Fundo Nobre

Ações revolucionárias no comércio desenvolvendo, (o centro das atenções e publismo modesto!), olirgáquia potente, das aulas sob-TACHA(X)S! (a questão X é sempre mais cara, difícil de entender, faço como eles, e questiono sem que saibam qual seu indefinido motivo $$$?), ou roubo da cena... Verda-idade com sua saudade heróica sonha, por estas, atrás das malhas, riozinhos, mananciais esgotários, em rios imersos, complinados pelo infinito, horizonte desformulado, de um idealismo desprorpocional com sua capacidade, (são tantos para os fazeres do mau que conheço variedade de monstros diferentes), no suave desejo de se envolver...

Domiciliando formalmente eu ensaio,
Encabeçado n'outro ser,
Sem poder, fora ganância!
Miséria esfomeada por sacudir a banca...

__ Não é do meu ser.

Mãe do BRASIL
Chega! Que o tamborim foi feito pra bater,
A mão de calo que joga capoeira,
Quebra com martelo o dente da boca alheia.

Que fala porque há um homem negro,
Que faz papel de branco,
Cozinha em fogo brando,
Os pratos na tua mesa de talheres limpos.

Mucamo sábio do sistema,
Maquininha sinistra,
Servindo quantos filhos no trabalhos do progresso,
Carteira de trabalho, quase-a transformou em verso.

Fabrincando Produto Tosco,
Trabalha as letras desse compasso,
E não se deixa baquear por monturos de lama,
Sem ficha pra Gana,
Na Etiópia de São Paulo.

Sou negro, menino,
Nordestino serrado na barriga por fome.

Descubram
"Veja o compromisso do qual faço parte, mais definido do que nunca! A importância desses guerreiros em outras terras, (desde quando possível suprindo-a dor-segurança-especialmente faço um dos melhores leitores, carregar no bolso a ídeia de uns "vidas boas" como esses é caro, NÃO TEM PREÇO, custo ou oferta... Nesses rasos mundos um "mar-vermelho de canetas revoltadas pipocando os milhos desse (DEVANEIO), por isso... Tenha coragem para repor em seu lugar".

Palavras furadas não é espécie minha. Tudo que está nessa mesa velha é sonho.
Ser discreto, discretivo!
Crétino étnico!
Vanguardista?
Maconheiro-puta-viado-traficante?
Frouxo, ao mesmo tempo corajoso pelo conformismo, bêbado...

Juntei, to untando, tentando unificar alguns trampos,
Mr. Núcleo e seus "Donuts", tem o CONTRA,
"Aos que visam Insanidade, daremos o conhecer da Dona Poesia, cultura, frequência fora dos rádios, nesse correio à moda antiga, sobre esses passos movedores".

faça que nem eu...
fique amargurado,
as revelações deixam marcas maiores que essa cidade.
pesso aos amigos, por favor!
devolvam o valor das coisas que acredito, sonho,
eu escrevo!

Humberto Fonseca

... Este fim de semana tem Verbos Curtos, e muitas atividades, confira a programação dos eventos no cicas em: www.periferiaspaulistas.blogspot.com

...fotos das fitas em: www.fotolog.com/bebeto_cicas

"obrigado Deus por mais uma postagem que anuncia o mero silêncio, agora posso sair mais suave para rua"...

Belo Horizonte
Se meu coração não fosse de outra,
Tivesse ela teu azul,
Ou querendo fazer-me laços memoráveis de amor...

Pedir ao sempre tuas praças, os alojamentos das desgraças, as tristezas de São Paulo em ti passa...

Com a certeza de quem volto,
não para busca-la, sempre querendo-a ver, puro-a-mente em meus livros nas graças da saudade em partir.


BêbÉT/Ocicas


VaLEw BH eh nOis!



Final Mágico Tomasse eu algumas doses em decadência,
Na pura decência...


(de quem bebe e dorme).

Por viver sempre sonolento, bebo-lento, acorda-vários em pensamentos.
As láminas extrapolam os limites para que tenha sempre uma nova ruga...

"A vida segue peram-b(m)ulando até sua fonte da juventude".


Humberto Fonseca

Saíndo da ladaínha...

Sem palavras o corre do fim de semana em Belo Horizonte...
Imagens que retratam as formas mais belas e destrutivas com opiniões quase imunes, doença que pega nas mais variadas intuições artísticas.

Nada como aproveitar um pouco da vida e apreciar a arte...


Bebeto, Eu (Liricaos), Sabão e Gnômo. Lançamento do Insanidade & Poesia IV na Bienal de Graffite de Belo Horizonte
dia 28/09 Setembro festa de lanç. no CICAS



grande hermana, Áurea (vocal do Liricaos) organizando a grade de sonoridade nativa.


valew o convite para ver a fita!



"os risos, palavras e abraços, são imagens que devolvem a naturalidade das coisas".






Mulambagem de Ipatinga fazendo bomb...Aproveitando a queima... Aluguei os manos para um usar um pouco da lata..





Salve a parceria:
POESIA MALOQUEIRISTA

SINFONIA DE CÃES

"Meus irmão de corre, salto, dois pulos, quem sabe chá de "Limão", sem prometer vingança dos estados em que nos perdemos por estas mirras humildes, passos terríveis, onde ponderamos as culturas no meio expressivo condicional em fase mutante..."


Os caras do sinfonia trincaram com o ZINE CONTRA

Levei alguns exemplares da Revista Não Funciona, os trampos estão por lá circulando, grande De-las-Pontes trincando com o corre literário nesse nosso humilde plano de divulgação.


depois de uma bela alugação ele levou a ed. 16
Um imenso abraço ao mestre MaicknucleaR , obrigado pelos "Donuts" (Nessas Noites Sem Aurora), doação que estive distribuindo em BH.

O mulambo doido viaja para DF, lá se encontra também com Caco Pontes na festa da Bienal esta semana, e sei que vão fazer a muzenzá pegar fogo no palco dos feudais.

PRIMEIRA BIENAL INTERNACIONAL DE POESIA


Dia 05 de setembro estarei (MaicknucleaR) participando, com uma performance poético-musical, da Primeira Bienal Internacional de Poesia, em DF - Brasília, mais exatamente no Conjunto Cultural da República, às 22hs. Levarei a prévia de um espetáculo chamado “Nucleopera”, onde vou utilizar os textos de “A Política do Arregaço” (que é a parte escrita do sarau/show “Verbos Curtos” - Bebeto Cicas + Eu), mesclados a beats e samples, criados by me, no Laboratório Nuclear de Elucubrações Radioativas (com a ajuda do velho Acid Pro 5.0). Ando ensaiando no estúdio que improvisei no C.I.C.A.S. e pra não extender a idéia aos confins do blog, deixo abaixo o link de uma matéria sobre o evento:






1 Bienal de Graffite de Belo Horizonte

O grafite como o conhecemos nos dias de hoje é fruto da urbanidade, nasceu nas ruas e sua sobrevivência depende das ruas. Atualmente, não está mais restrito às ruas e há pelo menos vinte ou trinta anos ganhou o universo das galerias e bienais de arte do mundo inteiro, mesmo que de forma modesta.

foto de periferiaspaulis em 25/08/08
O grafite é um meio contemporâneo de expressão que se inscreve como um fenômeno mundial, jovens experimentam esta linguagem compartilhando suas idéias com a sociedade diretamente nas ruas.

confira o link da Bienal de Graffite em Belo Horizonte:

Evento:

Exposições
Seminários
Ateliês Abertos
Programação Musical
Dj's na Bienal

foto de bebeto_cicas em 25/08/08

a cena acontece na Grande Serraria, centrones de BH.

http://www.bigbh.com.br/apresentacao.asp

aproveitando o rolé deste fim de semana... tirei essas fotos na última vez que passei na city.
estarei por lá... a cena acontece bem proximo do visual do corredor (foto), continuando o corre, levando um pouco da nossa literatura independente, dos gritos nas folhas, desencontros de canetas, e fazendo mais uma promoção de algumas edições aos mineirinhos...rsrss os camaradas de correria são:

Insanidade & Poesia
Zine Contra
Revista Não Funciona
MaicknucleaR __ "Sobre o Valium de Outrora"

tudo nosso na mulambagem!
as fotos que postei outros dias de Belo Horizonte estão ao lado, o evento se estende por baixo do viaduto (foto), no centrão. de cara com a Pça. da Estação.

a hermana Áurea Carolina, (DejaVuh) grupo de rap nos horizontes letrais mandou o salve, ela é quem tá organizando a parte sonora da festa...

se liga no DejaVuh:

DejaVuh combina rimas e batidas em busca de possíveis versões do que é visto e vivido no cotidiano, em sintonia com a linguagem do rap.

Formado por DJ Spider, Áurea, B.Réu e Eu Penaforte, o grupo de Belo Horizonte prepara o lançamento de FaunaFloraUrbana, o seu primeiro álbum, para o segundo semestre de 2008.

confere o som no myspace:
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendid=170727393

eh noiS!
salve aos Cães!
Jabu production!
e todos que deram maior força nos eventos esse fim de semana!

Mau seria eu...

Compro ao dono do qualquer fazer, a confiabilidade para que tenha um "sustenido lambiscad de montueiras que medem o assolado", mal seria o leito pelo dever de não curar, ou cambalancear hóspedes para que não pague, pegue, pagulhe tão breve suas morbidas malas de tão descuídados para uma evaridade medonha, a soma de um maltez com pinga para suprir a máscara que desembrulha seu pacote... Daqueles que não sabem comer agora, ficando no embrulho para comer depois, a extrema vingança que a justiça traduz.

obrigado Deus por mais um dia com saúde.

Humberto Fonseca


Atenção, cinéfilos doentes, curiosos e viciados por filmes de horror, trash, gore e ficção! Nesta quinta segue a quinta parte da TEMPORADA DE HORROR!

foto de sinfoniadecaes2 em 14/08/08

A session publicada acima do cine CICAS ja foi apresentada, uma noite agradavelmente para os mortos vivos.

Fica o convite a todos os interessados, é só chegar! e pegar sua beirada no sofá, traga seu travesseiro de instimação...rs
as quintas-feiras vem ficando sem ter para onde correr... acabo sempre morrendo lá.rs... Estão sendo de valor e horror para mim.

CICAS: Pça. Padre João Penido Burnier – Jd Julieta – SP/SP.Esquina com a Rua Carlos Calvo x Avenida do Poeta.Ponto de referencia: Av. Mendes da Rocha (Jd. Brasil) – Padaria Gaspar – Cohab Vila Sabrina



confira o blog:

www.projeto.cicas.blogspot.com
Contato CICAS:

projeto.cicas@gmail.comTel.:8951-4049 (Juninho)





aê Fabão, fogo na lata veia!

um salve a todos do Água Pesada

hermanos que confirmam nossa construção de que "aqui se faz, aqui se paga".
para os amantes, apreciadores, menestreis, ou feudais-matino, vai na bucha...

Água Pesada


www.aguapesadarock.com.br

QUINTA-FEIRA
TEMPORADA DE HORROR NO CICAS


Temporada de Horror no CICAS - parte IV


Atenção, cinéfilos doentes, curiosos e viciados por filmes de horror, trash, gore e ficção! PROXIMA QUINTA-FEIRA dia 07 de Agosto às 20 horas, a Sinfonia de Cães apresenta a quarta parte da Temporada de Horror no CICAS, na zona norte de São Paulo.O filme a ser exibido desta vez é “O EXÉRCITO DO EXTERMÍNIO” (The Crazies) de 1973 de George Romero, que retrata uma infecção gerada por um vírus de violência se alastrando enquanto um exército armado tenta manter a ordem. Pioneiro em diversos aspectos dentro do gênero o filme é referência, sendo plagiado e homenagiado a exaustão até hoje Após a exibição, continuamos os debates e estudos sobre a obra do diretor.Os filmes são exibidos em telão com projeção de 3m x 2m, pipoca e suco na faixa.

Durante a Temporada de Horror não permitimos a entrada de menores de 14 anos.Não paga entrada. A temporada de horror é selecionada e apresentada por Renato Gimenez e Luís Tissot do Estúdio Caffeine.Nota da produção : Na última sessão não exibimos o “Dia dos Mortos” de George Romero devido a problemas técnicos, mas sim, o seu último filme “DIARY OF THE DEAD” – O Diário dos Mortos (2007), podendo assim continuar os discussões dentro do cinema de Romero, porém “O Dia dos Mortos” será exibido numa próxima oportunidade com certeza! Pra quem quiser se informar sobre o “Diário” descobri um myspace com entrevistas do Romero sobre o filme: http://www.myspace.com/diaryofthedead. Vale a pena! Agradecimentos a


Mucura da banda Santo Ódio que nos trouxe o “diário” via Juca! – RgO Cicas (Centro Independente de Cultura Alternativa e Social) é um local ocupado pela juventude da zona norte que transformou o galpão que antes servia de depósito de lixo, ponto de prostituição e uso de drogas para um centro cultural onde os moradores da região local tem acesso a arte e cultura, aulas e oficinas, shows, mostras de fotografia e cinema, atividades infantis e em breve dança e esportes. O local está aberto a outras parcerias para atividades, shows e oficinas.Entre em contato e participe!ENDEREÇO - CICAS: Pça. Padre João Penido Burnier – Jd Julieta – SP/SP. Esquina com a Rua Carlos Calvo x Avenida do Poeta. Ponto de referencia: Av. Mendes da Rocha (Jd. Brasil) – Padaria Gaspar – Cohab Vila SabrinaContato CICAS:








sinfoniadecaes@gmail.com


1º a 8 de Agosto

FLAP! 2.0 08

ZONA FRANCA

Viva la Conexión!


18h Posto da Polícia Aduaneira i
Local: Casa Das Rosas, 37


Av. Paulista



Realiza: Poesia Maloqueirista

Com:
Encanta Realejo

Léo de Abreu

Verbos Curtos_Viola na Vela

Orquestra Megafônica (Brasil)
Participación de Martín Barea Mattos do Uruguai + palco aberto.

Abertura: Exibição do documentário "Jaguaribe Carne: alimento da Guerrilha Cultural (Brasil, Cor, 2007)". Direção de Marcelo Garcia e Fábia Fuzeti. Duração 29 min.

ENTRADA FRANCA, NO VASCO!
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Domingão eu e o MaicknucleaR estaremos com o Verbos Curtos_Viola na Vela, na Casa das Rosas, se envorvendo na FLAP 2.0 08, evento que vem trazendo uma massa de convidados... vários hermanos latinos estarão por aqui apresentando seus trabalhos, vale a pena conferir, a grade do evento é monstruosa e vai ter muita coisa legal rolando na cidade entre os dias 1 e 8 de Agosto.
Chega que eh noiS!

aÊ quem tiver panguando nesse fim de semana, ou durante a semana mesmo e quiser dar uma confirida na infinidade de apresentações e convidados da FLAP 2.0 08

http://www.flap2008.wordpress.com/

mais info:
http://www.poesiamaloqueirista.blogspot.com/
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Devido aos corres-da-puta-que-pariu-do-carai-a- 4! ta osso de postar, escrever, ou até mesmo mandar um salve aos velhos de guerra que sempre estou visitando...
Deixo abaixo um pouco da minha vivência, experiência malandrística que perpetua essa alma valente... o feito desse conto foi um dia seguinte a Feira-Ente, evento que organizei com vários hermanos em Janeiro desse ano, e no dia seguinte quando estava guardando as coisas do fim do fest dentro do CICAS (Centro Independente de Cultura Alternativa e' Social) aconteceram o que faz de mim uma bolha...


Minha Vida é Um Sabão...

Li um certo livro que me levou a entender nada... se chama o vida:
__ O vida me disse que antes de passar me carrega, falou as deixas...

"tudo que tem é vistorioso, em mau-trabalho-pago, torne o impróprio valioso, retomadas sopram em diversos ambientes, você tem que se apegar na sua caminhada".

__ Ohei a viatura do lado... e o maluco me tirando com o ferro...
Cale a boca antes que dê uma bica no seu estômago.
__ Comi as palavras, mastiguei-as voraz feito pittbul rosnando amarrado... "algemam o cão para deixar o dono solto".

Miséros olhares secos me secam, eles costuram o ar com palavras.
Aqueles verbinhos de canto... fingindo com a mão no queixo para que não veja á boca.
Greemilins e jesuítas buscando torresmo, monte de bicho solto por fingimento.

__ "Eu tô sempre com um pé atrás... sei que eles estão cavando na minha frente. fizeram para secar o pequeno manancial do qual falta zelar".
__ Em quantas cadeias existe um homem inocente? Acuam o burro que come capim no quintal de casa!

"Abaixo as orelhas por escutar tanta asneira, a polícia pega o trabalhador que acaba de fechar o dinheiro da feira, dinheiro picado, pequeno, de pouca soma. Dizem a mim que é do tráfico... Eu faço um doze no CICA'S, "sou do centro social das drogas", e... Me chama pro acerto? Ahhh enquanto isso vários ROCAN, cachorros fardados, com língua pra fora, na sequidão da cheradez, com faro frio e falso, olhares teatrais, peça velha e mal ensaiada, eles não merecem um ingresso ou uma caixinha da feira... trabalham muito mal".

__ Pra cima de muá! Produtor do Verbos Curtos, péssimos atores como nós somos perdoados... "Não precisamos de armas para calar o público".

Por favor cale-se. A cena é outra, nada de teatro...

Já pego pelo braço:

__ Você sabe o que acontece daqui pra frente?
Não.
__ Ou você vai embora ou te enfio um doze na delegacia?
Quase mandei ele se fuder! Mas disse já te disse que sou inocente, e vou pra delegacia...
__ Vai se fuder maluco! Pensa que eu num sei que rola um doze aí?
Aqui não! Nós estamos...
__ Tá bom! Conversamos na delegacia.

Como falar com eles, circundam por volta de todos, agora mesmo pode estar tramando, encher algum carro de flagrantes, entuchar um viciado com a bola alheia, ou mandar um pobre marginal mofar na cadeia por prazer individual de compostura autoritária, e a sua próxima caçada antes do acerto.

*Pra completar sái dois malucos lá dos fundos, no mesmo terreno do CICA'S, onde viciados se aglomeram de noite para para fumar as pedras valiosas, e roubos mirins... O zÔme enquandra, nessa altura do "até mostrar que focinho de porco não é tomada", tomou um monte de socos na caixa'do peito, eu alí... ajoelhado, com um monte de urubus comendo pessoas vivas, e o povo que olha, e só olha... Enquanto um é esmurrado... Para completar o outro tinha passagem e começa a correr, PEGA! PEGA! Grita o coxinha para os comparsas, correndo com a arma na mão, mirando nas costas do vagabundo, tomando dribles, e o reforço chega, tá armado o barraco na porta do CICA'S... Tão breve vagabundo procurado nas CASINHAS é pego, já vem tomando tapas, jogam-no para dentro do salão e enfiam-lhe pancadas, ponta pés, pancadaria da porra, um par de gritos, reviram a nossa biblioteca, sofá, até latas de lixo, levanto o rosto e vejo o Júnior e o Flávio Matos sendo levados para viatura.

__ Ainda sem descanso, naquela hora me passou toda Feira-Ente na cabeça, a mente sem entender, e realmente... Como é difícil ser um desses artistas independentes que seguram o piano, sei que vários amigos passaram por parecidas, inquietantes, não sei se era, ou fingia-se polícia, má educação para formados com batas-fardas e canutos-de-ferro, anuciam um baculejo para roubar meus instrumentos, eles estavam mexendo com o meu trabalho, com um pouco daquilo que forço-me a não desacreditar, porquê nenhum desses infelizes e desgraçados irão fazer-me nem pensar em desistir, tudo isso na minha casa, com meus amigos, por dinheiro?

"E mais uma vez digo que não faço por ele, pode me levar pra cadeia, forjar um doze!"

Senhores não vendo nossa arte ou suborno com ela polícia... por mais que precise, não te dou uma raspa...
Dinheiro de artista independente é muita treta, nem vem que não têm!
Nós somos mau vistos por vocês...

__ O pai do Júnior chegando... A rua estúpida de gente, ele me olhando com aqueles olhos: "Olha o que você fez com meu filho", o pai do muleque é gente fina, e um dos poucos que por aqui incentivam o nosso corre, depois dessa já não sei qual será a visão dele...

__ Eu estou de bode espiatório, chega a ser cômico, peça chave da quebrada no momento, como uma revista pode ter chgado a tal ponto? Não desejo um exemplar deste a ninguém. Depois vemos nas telas mães chorando por culpa do estado, facção, dor, e falando que seus filhos era uma pessoa do bem, que cuida da segurança, pai de família, não estou falando da classe.
ncionários bandidos... Façam me o favor de enterra-los! É isso que vocês são também, bandidos mortos por mão involuntárias, da qual você passa a mão em pról da sociedade, vão perguntar porquê! O soldado morreu, ou se matou? Teria ele incriminado a morte de outros?

"Não irei amanhecer com a boca cheia de formigas dizendo que foi doce"...
disse o coxinha:
__ Tá entendendo amigo? Você vai para a cadeia? Ou quer sair de fininho daqui...

Pois bem... Pode me levar!
Eu escorrego... estou aqui...
"Lavando As Roupas",
Se for necessário um dia também mato-o!

__ Todo esse corre montruoso... Só tenho uma bateria carrega de ânsia, nojo, revolta pessoal destrutiva que só vai sumir com o tempo depois da humilhação, as idéias construiam-se rapidamente, tinha 100% de controle, com indignação de um corpo inteiro no meio do acaso, renúncias, busca por poder para as causas do governo, e respeitos dos quais não tenho nada haver, ver, ou ajudar-te a respeitar o fazer, sem querer botar a mão na política para mexer com dinheiro alheio! Me veio um som no crânio...

(Tá com medo de quê? Nunca foi fácil, junte seus pedaços e desce pra arena, e aconteça o que aconteça... Nada como um dia após um outro dia).

( . . . )

vilância,
toma conta...
não dá conta...
que a soma desta conta,
faz cotinar a conta!
que no prego desconta,
a divisão é o que aponta,
as paradas deles...
conta com uma cota da sua conta,
feche os olhos...
porquê ninguém toma de conta!

sepudêiem os milíceros,
genialinos suspensores,
dos brutais pedágios de vias...

rimares olidentre,
nepumissozo,
crôcodilho dentre folhas,
e no seu pântano...
"PRONTIFIQUE-SE"!

dentro desse barraco,
escondentre cortinas,
no palco da cozinha vazia,
na fomentada alegria,
um suícida comemora...
no picadeiro de um circo,
sem que pare, acabe ou mude-se.

__ Saí de perto de mim... Minha vida é um sabão.

Humberto Fonseca

o blog "Roos 'N Dub " é mais uma produção de
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Pq.Edu Chaves, S.P. Capital